10 ANOS DE PIXEL SHOW



O Pixel Show não para de crescer. Em 2013 se tornou o terceiro maior evento de arte e criatividade do mundo e o maior da área na América Latina. Nele, acontecem palestras internacionais, workshops, exposições, sessões de live painting, novas bandas e pontos de encontro de criativos. Em paralelo é realizado uma feira de arte, moda e criatividade gratuita ao público.

Organizado pela Zupi, o evento acontece desde 2005 e atualmente é realizado na cidade de São Paulo. Imperdível para aqueles que apreciam criatividade, o Pixel Show recebe de braços abertos profissionais e estudantes de diversas áreas. Nosso público vem dos países: Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Peru, Colombia, Portugal e outros.

O evento promove tendências como economia criativa, processos criativos, além de discutir os novos rumos pelos quais caminham os profissionais e estudantes das áreas desse mercado. Confira as datas, locais e os palestrantes desse ano!


A Feira de arte e criatividade é gratuita e tem estandes de artistas, profissionais e empresas do mercado de design, moda, fotografia, artes visuais, ilustrações, graffiti, comics, games, motion grapichs e tecnologia. A feira ainda tem exposições de arte e live-painting. Nomes como Rafael Silveira, Saci, Nychos e Márcio Moreno confirmaram presença.

O visitante também poderá conferir alguns eventos paralelos como a moda inspirada pela cultura japonesa do grupo Harajuku Lovers, show da banda Patavinas e uma intervenção artística ao vivo do artista Mark Jenkins. 

O Pixel Show também oferece workshops criativos desenvolvidos pelo Zupi Academy que são realizados em paralelo às palestras e feira. Com duração de 3 a 4 horas, os workshops custam, já com o material incluído, 150 reais. Neles os alunos desenvolvem novas técnicas artísticas e aperfeiçoam seu conhecimento criativo em diversas áreas como Quilling 3D, Encadernação e Impressão, Ilustração, Toy Art, Lambe Lambe, Diagramação, Charges e Quadrinhos, Tipografia, Graffiti, Design Tactile, Kirigami, Sketch de Produto e Colagem, entre outros.

O evento patrocinado por SEBRAE e WACOM, é uma iniciativa da Zupi. Para mais informações e compra antecipada de ingressos para as palestras e workshops acesse o site pixelshow.com.br.

Pixel Show  2014
Quando: 18 e 19 de outubro de 2014 (sábado e domingo)
Horário: das 8 às 21 horas
Onde:   Clube A Hebraica 
Rua Dr. Alceu de Assis – São Paulo, SP
Website Oficial: www.pixelshow.com.br




Fonte: abcdesign.com.br

Automação de marketing

A automação é definida como concretizar algo com a menor intervenção humana possível - movimento que ganhou força com a mídia online.

Automação de marketing é um termo estranho, se não contraditório. Até pouco tempo atrás essas duas palavras nunca eram mencionadas na mesma frase. O objetivo do marketing é aumentar a percepção de serviços e produtos, missão frequentemente realizada por trabalho criativo intenso. 

A mudança para a mídia online abriu as portas para a automação entrar no mundo do marketing. No âmbito digital, anunciantes podem ver não só quais mensagens funcionam, como quem responde e como essas pessoas interagiram com a marca no passado. Ao reunir todos os dados e mapear os vários caminhos do consumidor, eles podem personalizar o conteúdo automaticamente para os consumidores. A personalização do conteúdo e o engajamento com base no que os consumidores consomem é o cerne da automação de marketing.

“Trata-se de engajar consumidores em qualquer canal com uma abordagem baseada em dados”, afirma Gordon Evans, vice-presidente de marketing da Selesforce ExactTarget Marketing Cloud, que oferece um software de automação de marketing. A prática já é popular entre anunciantes B2B, mas as ferramentas também estão começando a ser utilizadas pelas empresas B2C.

Personalização de conteúdo Em seu estágio mais básico, o software de automação de marketing pode fortalecer comunicações específicas se o consumidor fizer determinada ação. Por exemplo, quando ele visita uma página de botas, o sistema de automação pode enviar um e-mail com mais detalhes sobre a linha da calçados da empresa, explica Evans. E, até melhor, quando o consumidor abandona o carrinho de compras com um produto nele, o sistema pode enviar um e-mail ou notificação com uma oferta especial. Para que a estratégia funcione, a empresa deve inserir tags da plataforma de automação no site, estabelecer formas para capturar nome e e-mail e construir gatilhos.

Construção do relacionamento Para anunciantes B2B, uma plataforma de automação  pode influenciar compradores antes que eles contatem um representante de vendas. Uma pesquisa da CEB constatou que 57% das decisões de um comprador B2B são concluídas antes que cheguem às vendas, o que significa que compradores estão aprendendo o quanto podem antes de uma companhia ter a chance de falar com eles. 

Sistemas de automação de marketing podem ser utilizados para desenvolver prospectos, veicular informações úteis sobre categorias de produtos para fortalecer a confiança. “A primeira vez que você encontra pessoas, elas não estão prontas para comprar de você”, diz Sanjay Dholakia, CMO da Marketo. “Você tem que construir um relacionamento de confiança antes”.

O verdadeiro poder da automação de marketing está na capacidade de customizar mensagens baseadas em que estágio o prospect está na jornada de compra. Um clique na página de preço da empresa, por exemplo, é um sinal de que ele pode estar pronto para comprar, então análises competitivas, por exemplo, podem ser um conteúdo a se apostar. Geração de leads, que sinalizam pontos sobre se os prospects se encaixam na descrição de um comprador típico e quais ações realizaram, é usado para segmentar consumidores . Se atingir muito cedo, afirma Dholakia, parecerá um lead ruim; alcance tarde demais e você terá perdido a venda.


Analytics preditivos Gestão de leads é uma ciência incerta, e é por isso que alguns anunciantes estão se voltando para o analytics preditivo. A prática utiliza milhares de dados para determinar quais atributos são preditivos para vendas ou oportunidades. “Essas avaliações para diferentes comportamentos são julgamentos francos, não são baseados na ciência”, explicou Brian Kardon, CMO da Lattice Engines, empresa de analytics preditiva. Em vez disso, ao recorrer a analytics preditivos, anunciantes podem fazer vendas históricas e obter dados sobre rodadas de investimento, aberturas de escritório, novas contratações, patentes, processos e até mesmo posts do Twitter. Para anunciantes B2C, analytics preditivos podem ser utilizados para tomar decisões de compra programática de anúncios.

Alguns anunciantes até estão vendo a performance desses anúncios e moldando suas mensagens em canais baseados no que repercute.



Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/

UX - Experiência do usuário:

Experiência do usuário (UX, do inglês user experience), envolve os sentimentos de uma pessoa em relação à utilização de um produto, sistema ou serviço, incluindo as percepções dos aspectos práticos, como a utilidade, a facilidade de utilização e a eficácia do sistema. 

De um modo simplificado, podemos dizer que em um projeto de um carro, por exemplo, a interface (também chamado de User Interface, UI) é toda a parte parte “física” do veiculo; Já a experiência (UX) são as sensações que o veiculo proporciona ao ser dirigido. Trocando para a nossa realidade, na criação de um site o UI Design é o “desenho do site” ou o mockup, enquanto o UX Design é toda a parte de interação e comportamento do site.

Ainda sobre UX Design, segundo o autor Unger em seu livro “A Project Guide to UX Design”, design de experiência do usuário é a criação e sincronização dos elementos que afetam a experiência dos usuários com um produto. Com isso é possível influenciar suas percepções e comportamentos.

Mas afinal, o que está dentro do que? UX faz parte do UI? Ou UI faz parte do UX? Para responder essa pergunta Dan Staffer criou um modelo de orbita que procura explicar essa relação:



Na imagem acima podemos perceber que o UX engloba todas as áreas, contudo na realidade ele só agrega a todas porque sem as demais não existe experiência do usuário. De acordo com Unger um UX Designer precisa ter conhecimento sobre o UI, mas o UI Designer não precisa ter conhecimento de UX.

Um bom UX designer deve ser capaz de ver tanto a floresta como as arvores. Isso quer dizer que UX tem implicações que vão muito além de usabilidade, design gráfico e necessidades físicas. Um bom UX designer deve orquestrar uma série de interações complexas. 

Assista este vídeo – uma aula belamente executada:



Dicas de branding

A marca é um conjunto de características de uma Empresa materializados em logo, grafismos, mascote, música, entre outras manifestações. 


Branding é o agrupamento de soluções que uma marca necessita para sobreviver no mercado. Abrange desde a criação de uma nova marca, a administração da mesma e o reposicionamento de marcas existentes que passam por dificuldades. O Branding se divide nas seguintes etapas: Detalhamento do Público-Alvo, Posicionamento da Marca e Construção Multissensorial.

Detalhamento do Público-Alvo - Pesquisa, pesquisa e mais pesquisa. Descubra quem é o público-alvo da empresa, segmente ao máximo e pontue as características deste grupo. Com estas informações é possível desenvolver o trabalho de Branding de forma precisa.

Posicionamento da Marca - Com o público-alvo bem definido e segmentado, é hora de descobrir qual será a melhor identidade para a marca. Deve-se analisar o público para definir quais são as expectativas que eles têm sobre o produto ou serviço. Assim conseguiremos pontuar a personalidade que a marca deverá ter. A marca tem que ter uma imagem “materna”? Ou ela deverá parecer um “garoto extrovertido”? São estas características subjetivas que farão os consumidores se identificarem com o produto ou o serviço oferecido pela empresa.

Construção Multissensorial - Já foi definido quem será o público-alvo e qual a imagem a marca deve ter. Agora é o momento de construir a marca - ou retificá-la caso já exista. Exploramos nessa etapa todos os pontos de contato com o consumidor. Levamos em conta o aroma, textura, som paladar. Estamos acostumados a ver muitos anúncios e logotipos todos os dias, isso já saturou a vida de todos. Marcas que exploram mais sentidos têm muito mais chances de serem memorizadas e absorvidas pela mente do consumidor.

O Branding Sensorial pode ajudar a sua empresa a se posicionar melhor no mercado: explore os cinco sentidos de seus clientes. Veja abaixo algumas considerações que selecionamos para você utilizar em sua atual ou futura marca:

  • As marcas podem oferecer uma experiência sensorial e emocional plena.
  • Estímulos sensoriais atingem nosso lado irracional e incorporam-se a memória a longo prazo. A emoção dribla a razão e influencia no processo decisório. 
  • Uma pessoa que cumprimenta com a mão mole nos passa a impressão de uma pessoa sem força ou personalidade. Com a sua marca é a mesma coisa: conte com 2 segundos para causar uma impressão positiva.
  • Psicólogos comportamentais afirmam que 80% das impressões que formamos quando nos comunicamos com outras pessoas são não verbais. A marca está bem próxima disto ao interagir com o consumidor.
  • O cheiro se conecta a memória, o som se conecta ao ânimo. O som na verdade cria o ânimo, assim como sentimentos e emoções.
  • Toda a comunicação da empresa, em todos os aspectos, desde o atendimento, música ambiente, aromas até sinalização, cores, uniformes, entre outros, devem estar em harmonia com o conceito de marca para unificar a experiência sensorial do cliente.
  • Quanto mais forte for a personalidade da marca, mais humana ela será – e menos focada no produto, daí a maior facilidade para o consumidor associar palavras, frases e afirmações com a marca.
  • As marcas multissensoriais podem sustentar preços mais altos do que marcas similares com menos características sensoriais.
  • Nossos sentidos estão totalmente interconectados. Saboreamos com o nariz, vemos com os dedos e escutamos com os olhos.
  • Formatos distintos de produtos criam o mais sólido alicerce para a construção da marca em todos os meios de comunicação.
  • Antigas emoções podem ser relembradas instantaneamente com uma simples fragrância antiga que vivenciamos anteriormente.
  • Um contato multissensorial rompe obstáculos.
  • Procure criar uma grande história e ter uma receita secreta (ter um ingrediente ou sabedoria que é secreta e só a marca pertença).